domingo, 14 de dezembro de 2008

Jantar de Natal

Como manda a tradição, fizemos cá em casa o nosso jantar de Natal.

Segundo os costumes tugas, com bacalhau, batatas e couves, e rabanadas, leite-creme e aletria! Foi um jantar que já soube um bocadinho a despedida, pelo menos a mim, porque a partir desta semana já muita gente começa a ir embora, uns para voltarem depois das festas, outros para ficarem por Portugal... mas a verdade é que ninguém aqui quer falar de despedidas (e assim também me passam estas ideias :)

E o jantar seguiu-se a festa no foyer, e mais tarde a outra na casa dos Estados Unidos!

sábado, 13 de dezembro de 2008

Será que é muito...

... ir à Disney duas vezes, em três meses?

[é que eu acho que não :)]

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Encontrei esta foto...


... e deu-me mesmo vontade de irmos beber juntas um chocolate quente e ver as montras depois do trabalho :)

"Eu não tenho vergonha dos meus sonhos, nem vergonha de admitir que corri tanto quanto podia atrás deles. Não tenho vergonha dos insucessos nem da frustração de quanto não consegui.
E acima de tudo não quero que me venham com histórias de culpa ou de egoísmo - eu não magoei ninguém, e se tracei o meu caminho atrás do que queria, foi apenas para ser fiel a mim próprio.

E a melhor recompensa é olhar para trás e ver que fiz da minha vida aquilo que eu gostava que ela tivesse sido."


[E eu fiquei sem resposta.
As palavras dele faziam mesmo sentido,
e eu não pude conter a vontade de o abraçar.
É que, na força das palavras,
as pessoas ganham mesmo uma nova luz .]

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Em breve...


















... estou aí para fazermos a nossa árvore de Natal!!

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

[Em câmara lenta]


A ver tudo em câmara lenta, a desejar gravar cada pormenor, cada instante.
É assim, esta saudade - uma saudade do presente, boa, onde apetece ficar.

E estranha, que dói sem doer, ou melhor, dói de uma maneira tão sincera que não apetece sair dela. Como se fosse apenas o preço justo a pagar pelas coisas boas que acontecem, esta inevitabilidade de as perder um dia.

E, ainda assim, um preço demasiado baixo para pagar tudo o que foi acrescentado aos meus dias, tudo o que este silêncio me fez escutar, todos os sonhos que eu já não sabia que ainda tinha dentro de mim.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

[Gare du Nord]

Mande notícias do mundo de lá
Diz quem fica
Me dê um abraço, venha me apertar
Tô chegando
Coisa que gosto é poder partir
Sem ter planos
Melhor ainda é poder voltar
Quando quero

Todos os dias é um vai-e-vem
A vida se repete na estação
Tem gente que chega pra ficar
Tem gente que vai pra nunca mais
Tem gente que vem e quer voltar
Tem gente que vai e quer ficar
Tem gente que veio só olhar
Tem gente a sorrir e a chorar

E assim, chegar e partir
São só dois lados
Da mesma viagem
O trem que chega
É o mesmo trem da partida
A hora do encontro
É também despedida

A plataforma dessa estação
É a vida desse meu lugar
É a vida desse meu lugar
É a vida
[Encontros e despedidas, Maria Rita]